Os anjos são puros espíritos criados por
Deus para sua glória e serviço. Ao criá-los, Deus quis torná-los
participantes da vida divina para glorificá-Lo, servi-Lo e serem felizes
para sempre. Os anjos por si mesmos glorificam a Deus pelas suas
perfeições. Como uma obra de arte revela e glorifica o artista que a
compôs, assim os anjos glorificam a Deus com sua existência e com hinos
de louvor e adoração. Daí se compreende que os anjos, cobrindo as
planícies e os ares de Belém, cantaram o hino “Glória a Deus nas alturas
e paz na Terra aos homens de boa vontade”. No Céu, por sua vez, os
Serafins louvam a Deus cantando o eterno “Santo, Santo, Santo é o Senhor
Deus dos exércitos”, a exemplo do que o sacerdote faz ao celebrar o
santo sacrifício da Missa, no término do prefácio.
Os anjos servem a Deus de um modo
particular, auxiliando os homens a alcançar a vida eterna. Já o nome
deles lhe indica a condição: vem do grego e significa mensageiro. A
Sagrada Escritura fala de exércitos
celestes e de bilhões de anjos, e que a
categoria deles são de nove coros e três ordem a saber: Serafins,
Querubins, Tronos; Dominações, Principados, Potestades; Virtudes,
Arcanjos e Anjos. As Escrituras referem-se em diversas passagens aos
anjos, mas foi São Paulo Apóstolo quem nos ensinou mais acerca deles,
por que foi arrebatado até o terceiro Céu, como nos atesta ele próprio.
E transmitiu isso a seus discípulos.
No início, todos os anjos eram agradáveis a
Deus, mas, submetidos a uma prova — como depois o foram nossos primeiros
pais –, parte deles se revoltou contra Deus, cometendo pecado de soberba
e orgulho, ao pretender ser iguais a Deus. Satanás, o chefe dos anjos
revoltosos, foi um anjo muito graduado — lúcifer –, o qual foi
precipitado como um raio nos abismos infernais, juntamente com seus
pérfidos sequazes: Houve no Céu uma grande batalha: Miguel e os seus
anjos lutavam contra o dragão, e o dragão com seus anjos lutava contra
ele. Porém, estes não prevaleceram, nem o seu lugar se encontrou mais no
Céu. Foi precipitado aquele grande dragão, aquela antiga serpente, que
se chama demônio e satanás, que seduz todo o mundo, foi precipitado na
Terra e foram precipitados com eles seus anjos (demônios)” (Apoc. 12,
7-8). Na carta de São Judas, lê-se: “Quando o Arcanjo Miguel disputando
com o demônio altercava sobre o corpo de Moisés, não se atreveu a
proferir contra ele a sentença de maldição, mas disse somente:
reprima-te o Senhor”.
O principal adversário de satanás e dos
demônios na peleja que então se travou foi São Miguel, que significa:
“Quem como Deus?” Foi São Miguel Arcanjo, todo abrasado no fogo e na luz
de Deus, quem liderou os anjos bons nessa tremenda batalha contra os
anjos maus, chamados doravante demônios. São Miguel é um fiel defensor e
servidor de Maria Santíssima.
São Miguel é citado também no capítulo 12 do
Livro de Daniel, onde lemos “Ao final dos tempos aparecerá Miguel, o
grande Príncipe que defende os filhos do povo de Deus, e então os mortos
ressuscitarão. Os que fizeram o bem, para a Vida Eterna, e os que
fizeram o mal, para o horror eterno”.
A São Miguel atribuem-se três funções: a de
guiar e conduzir as almas ao Céu como se lê na Missa dos defuntos; de
defender a Igreja e o povo cristão; e de presidir no Céu o culto de
adoração à Santíssima Trindade e oferecer a Deus as orações dos santos e
dos fiéis. Invoquemo-lo sempre no combate contra as potestades infernais
e as forças do mal que procuram desviar-nos do caminho do Céu.
Para combater a tantos males produzidos
pelos demônios, é eficaz a oração de São Miguel que é rezada ao final
das missas do rito tridentino e que está ao alcance de todo bom
católico.
Fonte:http://www.arcanjomiguel.net
Para
ajudar a manter o site do Movimento Combatentes com São Miguel
Arcanjo , colaborando com os custos de hospedagem, internet,
registros, contratação de ferramentas de software, editoração,
digitação, tradução, atendimento e trabalhos técnicos. Para
ajudar a expandir e a divulgar, contribuindo para que se possa
melhorá-lo cada vez mais e para que atinja cada vez mais aos
lares das famílias.
Agradecemos de coração,
desde já sua ajuda, que
é de suma importância
para continuação do
trabalho que
desenvolvemos. [ A
evangelização ] Não há
valor mínimo, nem
máximo, para sua ajuda.
Colabore com uma quantia
que não faça falta para
você. Para nós, toda
ajuda é bem-vinda. Deus
lhe pague!